sábado, 21 de novembro de 2009

Norte da Argentina

Como foi boa a quinta feira....

Dancei muuuuito nos Democráticos.....

Mas perdi o contato e acho q não vou pro "norte da Argentina" rs

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Saudade

Por que sinto falta de você? Por que está saudade?
Eu não te vejo mas imagino suas expressões, sua voz teu cheiro.
Sua amizade me faz sonhar com um carinho,
Um caminhar, a luz da lua, a beira mar.
Saudade este sentimento de vazio que me tira o sono
me fazendo sentir num triste abandono, é amizade eu sei, será amor talvez...
Só não quero perder sua amizade, esta amizade...
Que me fortalece me enobrece por ter você.
Machado de Assis

Não consegui postar a foto, mas sinto saudade da Robe e da Flávia...

Acho que quinta vou vê-las

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Eu sou insubstituível




A sala de reunião de uma multinacional o CEO nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos mostra gráficos e olhando nos olhos de cada um ameaça: “ninguém é insubstituível” . A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o CEO se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim. E o Beethoven?

- Como? – o CEO encara o gestor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substitui o Beethoven?

Silêncio.

Ouvi essa história esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que quando sai um é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Dorival Caymmi? Garrincha? Michael Phelps? Santos Dumont? Monteiro Lobato?Faria Lima ? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso?

Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem – ou seja – fizeram seu talento brilhar. E portanto são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar “seus gaps”.

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranoico.

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se você ainda está focado em “melhorar as fraquezas” de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bundchen por ter nariz grande.

E na sua gestão o mundo teria perdido todos esses talentos.

NÃO TENTE, EM VÃO, ME SUBSTITUIR

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Uffa

Nossa um tempão que não escrevo nada....

também pudera..

calor monstro em Bangu
final de ano no colégio
final de semestre na faculdade
e além disso, estudando muitooooo

sabe o quê????

FERNANDO PESSOA... classificado como heterônimo...leiam sobre isso é o máximo, e vocês vão perceber que todos nós somos heterônimos...

Boa noite, mas sem apagão!!!!






Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlaçemos as mãos).

Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para o pé do Fado,
Mais longe que os deuses.

Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente.
E sem desassossegos grandes.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Pensando

Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, nos bares, levanta
os braços, sorri e dispara: ´eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e
todo mundo é meu também.
No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos
descompromissados, os adeptos da geração ´tribalista´ se dirigem aos
consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e
reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.
A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu.
Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso
comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como:
não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.
Desconhece a delícia de assistir a um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser
cuidado por ele, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia
para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e
receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter ´alguém para amar´.. Somos livres para optarmos! E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento...
Arnaldo Jabor

domingo, 25 de outubro de 2009

Inteira

"Detesto coisas mais ou menos, não sei amar mais ou menos, não me entrego de forma mais ou menos"

Então se não puder me ajudar, por favor não atrapalhe, apenas saia de cena

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Almodóvar


Tudo sobre minha mãe

* Esteban completa 17 anos. Para comemorar, Manuela (Cecília Roth), sua mãe, o leva ao teatro para ver a peça "Um Bonde Chamado Desejo". Enquanto esperam um autógrafo da atriz que interpreta Blanche Dubois, Huma Rojo (Marisa Paredes), Manuela confessa emocionada a Esteban que interpretou esse mesmo papel há 20 anos, junto com seu pai, de quem Esteban não sabe nada. Como presente de aniversário, Manuela promete contar ao filho tudo sobre seu pai. Mas um acontecimento inesperado a impede de fala com Esteban. Desde esse dia, Manuela guarda um caderno de seu filho, com anotações para uma história intitulada Tudo Sobre Minha Mãe, e promete a si mesmo sair em busca de "Lola", que antes se chamava também Esteban, e agora como travesti se apresenta como mulher. Lola é o pai de seu filho. Tudo sobre minha mãe mostra situações e personagens únicos que sem dúvida possuem um realismo que provoca risos e lágrimas. É com certeza um filme onde descobrimos algo sobre nós mesmos.


Por favor....assistam
Mas com o menu que eu tive

pipoca
bolo de chocolate
lasanha com molho branco

e después......

esteira...hahahahha